quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Salmo 2

SALMO 2

Tradução do devocional “Psalm 2” do Pr. Jack Kelley
Por Jurandir Britto de Freitas


Por que se amotinam as nações e os povos tramam em vão?
Os reis da terra tomam posição e os governantes conspiram unidos contra o Senhor e contra o seu ungido, e dizem:
"Façamos em pedaços as suas correntes, lancemos de nós as suas algemas! "
Do seu trono nos céus o Senhor põe-se a rir e caçoa deles.
Em sua ira os repreende e em seu furor os aterroriza, dizendo:
"Eu mesmo estabeleci o meu rei em Sião, no meu santo monte".
Proclamarei o decreto do Senhor: Ele me disse: "Tu és meu filho; eu hoje te gerei.
Pede-me, e te darei as nações como herança e os confins da terra como tua propriedade.
Tu as quebrarás com vara de ferro e as despedaçarás como a um vaso de barro".
Por isso, ó reis, sejam prudentes; aceitem a advertência, autoridades da terra.
Adorem ao Senhor com temor; exultem com tremor.
Beijem o filho, para que ele não se ire e vocês não sejam destruídos de repente, pois num instante acende-se a sua ira. Como são felizes todos os que nele se refugiam! 


Por causa da linguagem empregada, pensamos aqui sobre uma rebelião armada. E sobre uma rebelião civil, social ou espiritual? Não têm nossos líderes na Terra travado estes tipos de batalha também? Pense nas leis escritas para assegurar a liberdade de religião que agora são interpretadas para garantir liberdade da religião. E sobre as escolas públicas que banem até mesmo a oração silenciosa, tribunais que proíbem um anúncio da Lei de Deus e funcionários públicos que estão tentando remover as palavras “sob Deus” do nosso Penhor de Fidelidade? E isso é apenas os EUA, aquele bastião da liberdade pessoal. Não são estas também tentativas pelos governantes deste mundo de quebrar as amarras entre o homem e seu Criador?

É dito que como os vínculos entre Deus e homem estão quebrados, os vínculos entre homens não podem passar para melhor. Nós, certamente, vemos a verdade dessa observação. Mentir, enganar, roubar e defraudar parecem, frequentemente, a ordem do dia. Mas lembre-se que Deus ri destas tentativas débeis de rebelião, do mesmo modo que rimos de uma criança de 2 anos que pensa que porque seus olhos estão tampados não nos pode ver e, então, não podemos vê-la também.

O Senhor escarnece de nossos líderes sem deus de hoje, mas logo Ele vai repreendê-los. Veja, eles não fazem as regras, Ele sim. Ele instalou Seu Rei sobre a Terra. Eles não podem impedi-Lo e Ele não vai renunciar.

Mil anos antes do primeiro Natal, Davi “viu”, através do olho da inspiração, como o Pai deu a Seu Filho a autoridade de Se tornar o único herdeiro do Planeta Terra. Ele vai governar as nações como alguém que supervisiona sua propriedade pessoal, não tolerando interferência e não aceitando crítica. O primeiro vai, realmente, Se tornar o último assim que os reis da Terra forem alertados a servi-Lo com o temor reservado para alguém que, num piscar de olhos, pode se agitar à ira. É este o “Jesus gentil, meigo e moderado” sobre quem fomos ensinados nas escolas dominicais? Penso que não. Este não é o Cordeiro de Deus mas o Leão de Judá.

Já uma vez, anteriormente, a humanidade cometeu o erro doloroso de falhar em reconhecer com Quem estavam tratando e está destinada a acontecer de novo. Os judeus queriam o Leão de Judá para arrancar o jugo romano, um Rei Guerreiro que derrotaria os inimigos de Israel. Mas ao recusar a admitir o problema do pecado que, primeiramente, requeria o Cordeiro sacrificial, eles O rejeitaram.

A igreja tradicional busca pelo Cordeiro de Deus, aquele obreiro social calçado com sandálias Que andou pelos caminhos da Galiléia acariciando a cabeça das crianças e falando a todos para voltar a outra face. Ao esquecer que Ele prometeu retornar como um Leão que urra com os exércitos do Céu para derrotar Seus inimigos e tomar posse daquilo que adquiriu, ela falha em ver os sinais de Sua vinda.

No fim dos tempos, quando o sinal do Filho do Homem aparecer no céu, todas as nações da Terra vão lamentar (Mt 24:30). Para aqueles que têm rejeitado a Ele será, realmente, um dia triste quando o Senhor retornar, mas para nós que cremos será a culminação da história, o começo do Céu na Terra. Como são felizes todos os que nele se refugiam! 

Salmo 1

SALMO 1

Tradução do devocional “Psalm 1” do Pr. Jack Kelley
Por Jurandir Britto de Freitas


1 Bem- aventurado o homem que não anda no conselho dos ímpios, não se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores. 2 Antes, o seu prazer está na lei do SENHOR, e na sua lei medita de dia e de noite. 3 Ele é como árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será bem sucedido. 4 Os ímpios não são assim; são, porém, como a palha que o vento dispersa. 5 Por isso, os perversos não prevalecerão no juízo, nem os pecadores, na congregação dos justos. 6 Pois o SENHOR conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios perecerá.


A Bíblia promete uma vida longa, próspera e saudável para aqueles que seguem os caminhos do Senhor.

Há um valor intrínseco em fazer isto do qual mesmo os descrentes se beneficiam. Mas os crentes tendem a gravitar em direção a um dos dois extremos no que concerne a Lei de Deus e ambos estão errados.

O primeiro é o legalista, que pensa que, por ser “justo”, estará ganhando favor com Deus e o segundo vê a graça de Deus como uma licença que o alivia das consequências de seu comportamento, não importando quão pecaminoso.

O legalista falha ao experimentar a alegria da sua salvação, deixando-se triturar por uma vida de “ter que” e nãos”.  Ele não usufrui a liberdade adquirida por ele na cruz, seu comportamento é espremido por um conjunto estreito de regras que ele próprio divisou, nunca percebendo que mora numa prisão de sua própria feitura.

Sua contraparte, vamos chamá-lo de permissivo, gasta a maior parte de seu tempo fora da comunhão com Deus, não entendendo que seus pecados inconfessos são uma fonte de culpa que dirige uma cunha entre o Senhor e ele. Esta falha em tomar conhecimento de seu comportamento como pecado e confessá-lo faz dele uma presa fácil para um inimigo que se delicia em atormentá-lo e sua vida se torna um exemplo a ser evitado aos olhos daqueles em torno dele.

Um está focado somente naquilo que deve fazer para ganhar o favor de Deus e o outro naquilo que Deus deveria fazer para ele. Nenhum deles entende que o nosso comportamento, bom ou mau, não pode afetar a Deus. Nossos pecados só machucam a nós e aqueles à nossa volta, assim como as nossas boas obras somente beneficiam a nós e a eles (Jó 35:6-8).

Mas o nosso relacionamento com Deus é amplamente enriquecido quando nós, voluntariamente, agimos de uma maneira agradável a Ele, não de um esforço para ganhar uma benção que esperamos conseguir, mas como uma maneira de agradecer pelas bênçãos que temos recebido. E como tudo o mais que concerne ao Senhor, somos julgados pelo motivo e não pelo resultado. Ele não espera perfeição; Ele está apenas buscando por uma atitude de gratidão.